Divaldo Franco em Winterthur 18.05.2013

Roteiro Europa 2013 - Divaldo Franco – Winterthur/Suíça – 18 de maio


O incansável divulgador do Evangelho de Jesus, Divaldo Franco, após falar seis horas e trinta minutos, em pé durante todo o tempo, no seminário realizado no G-19 em Zurique/Suíça, com apenas dois pequenos intervalos, dirigiu-se para a encantadora cidade de Winterthur, a cerca de 30 km de Zurique, onde proferiu, ao anoitecer, uma conferência com a duração de uma hora e trinta minutos sobre o tema, Espíritos Rebeldes e a Paz - Rebellische Geister und der Frieden, no idioma Alemão – para cento e oitenta pessoas que o aguardavam, expectantes, nas dependências do Centro Estudos Espíritas Allan Kardec - CEEAK.

Ansiosos por ouvir a sua palavra esclarecedora, perguntavam-lhe sobre a razão de tanta disposição e vigor que ostenta, respondia-lhes gentilmente que se mantinha renovado em alegria de viver, e que a todo o momento não se cansa de agradecer a Deus pelo dom de viver, pois que ama a vida. Narrou a comovente história das experiências vividas pelo nobre poeta libanês Gibran Khalil Gibran que declarava, eu me irei nos braços do vento até que o ventre de uma outra mulher me receba e eu volte a nascer, portanto reencarnacionista.

Destacou a índole ainda beligerante que alguns chefes de nações possuem, que em um verdadeiro paradoxo para promoverem a paz, negociam armas. Recordou-se, relatando o seu choro ao lembrar-se dos mártires e daqueles que são injustiçados, de Martin Luther King Jr. que em uma noite de natal disse em sua igreja, eu tenho um sonho... E diante do Parlamento Americano, na presença de oitocentas mil pessoas asseverou, eu tenho um sonho que no futuro estaremos todos juntos como irmãos, tenho um sonho de ver as armas de guerra transformada em instrumentos para a lavoura. Décadas depois, um negro assume a presidência do país, fato que há quarenta anos um negro não poderia, sequer, pisar na calçada da Casa Branca.

O intrépido orador afirmou que há dois mil anos alguém já pronunciara a seguinte sentença: eu vos dou a minha paz, não a dou como o mundo a dá, mas dou como somente eu posso dar. Isto é, a paz da consciência, de uma conduta ética. A ciência do divino amor vai unir, um dia, a humanidade como uma grande família. Allan Kardec, com seu brilhante tirocínio e acendrado censo de justiça e amor, propôs, trabalho, solidariedade e tolerância, lema semelhante de seu mestre Johann Heinrich Pestalozzi.

Encerrando sua bela e elucidativa conferência, Divaldo relatou ter o mesmo sonho de Martin Luther King Jr e que já vê, na nova era, jovens trabalhando pelo bem e velhos dando bons exemplos, arrematando, cuidemos com os óculos que estamos usando, tiremos as lentes escuras do pessimismo e deslumbremo-nos com o amor de Deus.

Fotos: Ênio Medeiros

Texto: Ênio Medeiros e Paulo Salerno
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